
A Família Internacional possui uma estrutura administrativa nos âmbitos internacional e regional, dedicada a oferecer orientação e serviços aos nossos membros em todo o mundo.
O braço administrativo da Família Internacional, Os Serviços Mundiais, é coordenado por Karen Zerby e Steve Kelly (conhecidos na Família por Maria David e Peter Amsterdam), que desempenham juntos as funções de líderes espirituais e supervisores administrativos da organização.
Em uma escala global, Os Serviços Mundiais também são responsáveis pelas publicações da Família Internacional. Dessa forma, o órgão presta vários serviços aos missionários da Família, tais como a publicação de orientação e conselhos gerais para nossos membros em todo o mundo; concessão de subsídios, financiados pelos dízimos dos membros da Família, aos serviços supervisionados pelos Serviços Mundiais e para o auxílio para comunidades da Família em países em desenvolvimento ou em condições de emergências; a produção de materiais motivacionais para o público; e financiamento de diversos projetos que visam a ajudar as comunidades no seu trabalho de evangelização, na gestão de seus lares e no cuidado de seus filhos.
Estrutura Regional
As esferas das atividades da Família e do seu relacionamento com a comunidade estão divididas em seis comitês, os quais representam o serviço missionário da Família e a educação e cuidado de nossos filhos. Os comitês existem nos níveis nacional, regional (em que uma região corresponde a um grupo de países e/ou um continente) e internacional. Essa estrutura oferece uma base ampla para a gestão e supervisão de aspectos-chave da Família, segundo o escopo de cada um dos seis comitês:
Os presidentes de cada comitê regional formam um conselho regional, cuja missão é coordenar e avaliar a direção e o progresso do trabalho da Família Internacional em sua respectiva região. Cada conselho regional está sob a supervisão dos pastores regionais (também integrantes do conselho regional), que são os principais responsáveis pela administração de suas respectivas regiões.
Governança das comunidades da Família
Em 1995, a Família adotou um estatuto que codifica as crenças, os direitos e os deveres das comunidades formadas por membros em tempo integral, conhecidas como “lares”. Juntamente com nossa Declaração de Crenças, a Carta Magna da Família define os mais importantes princípios, metas e crenças do nosso movimento e nossos métodos de governo.
A Carta Magna oferece uma estrutura democrática para a governança das comunidades da Família. O conselho de lar, formado por todos os seus residentes a partir de 16 anos, compõe o governo de cada lar. O conselho do lar elege um conselho executivo, cuja missão é implantar as decisões coletivas do conselho do lar e atuar na capacidade de gestores e pastores nas questões do dia-a-dia.
As comunidades operam em conformidade com as decisões coletivas de seus membros, dentro dos parâmetros gerais estabelecidos pela Carta Magna. Cada comunidade estabelece sua missão e metas, alinhadas ao propósito da Família Internacional, expresso na nossa Declaração de Missão.