
A exemplo dos primeiros cristãos, os membros em tempo integral da Família, desde a sua fundação em 1968, desenvolveram e consolidaram um estilo de vida cooperativo, em que cada membro compartilha com os demais seus bens materiais, recursos e responsabilidades. Esse modelo econômico e comunal potencializa nossos esforços e desempenha um papel importante no avanço do nosso trabalho.
As comunidades da Família praticam a auto-gestão e são economicamente independentes. Os membros são responsáveis por garantir os recursos econômicos necessários para a manutenção de suas respectivas comunidades, assim como para seus projetos de evangelização e de bem-estar social.
Cada comunidade da Família opera de forma independente, elege sua própria liderança, determina, por meio do voto, suas metas, direção e atividades, e como devem investir seus recursos e talentos para realizar seus objetivos comuns.
Em 1995, a Família formulou e adotou seu estatuto, no qual expressa formalmente as crenças, direitos e deveres dos membros em tempo integral da Família. Estes têm a responsabilidade de decidir o que acreditam ser a vontade de Deus para suas vidas dentro dos parâmetros estabelecidos pela Carta Magna. Nossos membros podem fundar novas comunidades ou residir na comunidade e país que escolherem, desde que os membros dessas comunidades concordem aceitá-los.